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domingo, 22 de abril de 2012

Em Busca da Feira Perfeita: Canden Town e o Mundo

foto de Giuliana Ananias Wolf


Domingo, dia de feira! Depois de muito tempo, vou falar de mais uma feira em que estive e até agora é minha preferida, Market Canden Lock.

Canden Town, em Londres, não é só o bairro onde Amy Winehouse cresceu e muitas vezes foi fotografada completely wasted. No entanto, há quem diga que dá pra sentir mesmo a vibe da cantora, assim, loucona, já que tem várias lojas de piercing e tatuagem, bares e pubs que abraçam todos os estilos musicais - de heavy metal a jazz - baladas bem famosas e gente de todo jeito pelas ruas. 

A rua principal e mais famosa do bairro, Kentish Town Road claro, é a que abriga a feira com barraquinhas com comida do mundo todo. Se prepare pra ver muita comida indiana e chinesa, com os vendedores oferecendo provas desde frango cor-de-rosa até sabe-se lá Deus o que...
foto de Giuliana Ananias Wolf
Da coxinha brasileira ao frango cor-de-rosa chinês

Uma das primeiras barraquinhas que a gente vê quando entra na feira, é a "O BRAZUCA"! Acho que todos os conterrâneos esquecem as outras opções logo que batem o olho nessa. Patrick, o chef, foi pra Londres há quase 10 anos, e disse que o negócio dele é fazer a comida alí e ficar conversando com a brasileirada que chega sedenta por uma boa feijoada, coxinha, pastel (SIM, PASTEL!!!), brigadeiro, beijinho, bife acebolado... Tudo baratinho e com jeito de comida caseira, mesmo! Suspiro só de lembrar...

foto de Giuliana Ananias Wolf
Patrick contando as pérolas dessa feira...


Depois de passear pela parte das comidas, dá pra ir ver com mais calma - agora de barriga cheia - a parte de souvenirs, camisetas, mimos... Tem uma lojinha com váárias coisas do Banksy, feitas a partir dos graffitis dele, tipo quadrinhos, ímãs de geladeira, capinha para passaporte, marca página, etc.

foto de Giuliana Ananias Wolf
Acima quadrinho com graffiti do Banksy, abaixo capinha de passaporte

Mas como diz o nome desse post, essa feira tem muito mais a ver com coisas de fora da Inglaterra, do que com qualquer coisa que venha de lá mesmo. E aí é bom pra encontrar coisas de outros países e que, de fato, são originais, já que em Londres vive gente de muuuitas partes do mundo, como tem esse post aqui de exemplo. Para chegar lá é só dar uma conferida nesse mapinha aqui, mas é bem simples, saindo do metrô, a gente já vê a muvuca da feira :)

Ps.: Piadinha de mal gosto verídica: uma amiga estava passeando pelo bairro e perguntou a um inglês se ele sabia qual era a direção para a casa da Amy - que já havia morrido na altura - para deixar alguma homenagem lá. 
Ele então, com toda a classe inglesa disse: "Olha, é pra tal direção, mas ela não tá, viu?"
hihihihihihi

Beijos, Giu!

domingo, 25 de março de 2012

Em busca da feira perfeita: Budapeste

Domingo, o dia que para a maioria das pessoas pode ser meio borocochô e down, pode servir também para matar aquela vontade de comer na feira, comprar coisinhas feitas à mão e conseguir arrematar uns achados que ninguém acredita serem by artistas de rua.

Então, todo domingo vou postar sobre algum market que eu tenha visitado por essas viagens minhas e dizer o que esperar de cada um, já que pastel de feira, (quase) só no Brasil mesmo, né.

Assim que vim para a Europa, fui viajar com mais 4 intecambistas, e Budapeste foi uma das paradas. A cidade é bem bonita, tem bastante coisa pra ver, mas o que eu mais gostei foi do "mercadão" de lá, que se chama Központi Vásárcsarnok (hahaha #WTF??!), ooou The Great Market Hall. O prédio tem mais de 100 anos e ele, por sí só, já é algo para prestar atenção, porque é bem imponente e enorme. Mas dentro... Ahhh, que delícia! São três andares cheios de tudo o que a gente gosta: comida típica, alimentos frescos (frutas, legumes, grãos etc), carnes, queijos, iguarias (temperos, e claro, páprika!), roupas, acessórios, coisinhas feitas à mão, toalhas de mesa, louças, lembrancinhas...

foto de Giuliana Ananias Wolf
Nem me perguntem quantas horas eu levei até escolher algum desses lenços...
Acho que quando viajamos para outro lugar, provar da comida é quase uma outra experiência, ou seja, se não entro em contato com a culinária local, sinto que não saí de casa! Então, acho que vale mesmo se jogar e provar de tudo típico, e esse tipo de local é ótimo para isso, já que aquilo de ir beliscando o que agrada os sentidos aconteceu aqui também! Há restaurantes no interior, ótima oportunidade para provar o famoso frango com páprika ;)

foto de Giuliana Ananias Wolf



foto de Giuliana Ananias Wolf

































Há uma infinidade de artesanatos, desde aquelas coisas meio sem noção que também se vende no Brasil, tipo avental que dá impressão de a pessoa estar usando biquini, até ímãs de geladeira! Eu comprei um lenço, aquele mesmo que eu usei como véu aqui! :)

Eu diria que é impossível não gostar de qualquer coisa que se venda lá, os preços (como usualmente nesses lugares) são bem legais e acessíveis. Eu fui em Agosto de 2011, e na época, cada 100 Florim húngaros (forint ou HUF) era igual a R$1! Mas que beleeeza! Para ter uma noção, mais ou menos, um jantar ficava HUF 1.500.

Localizado ao final da Ponte Liberdade em PESTE, o mercado fica aberto nos seguinte horários: Segunda das 6hs às 17hs; Terça à Sexta das 6hs às 18hs; Sáb das 6hs às 14hs;

Beijos,

Giu
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