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quarta-feira, 6 de agosto de 2014

5 razões para fazer uma viagem com suas melhores amigas

No dia da minha primeira aula na Ecela Spanish School, na Argentina, eu estava sentada em uma das mesinhas da escola quando, uma moça veio e perguntou se podia se sentar na outra cadeira. Começamos a conversar e ela me contou que era havaiana, divorciada, surfava, já tinha viajado o mundo todo e ainda me apresentou ao Couch Surfing. No meio dessa conversa, lembro dela ter me dito: 

"Já fui casada, viajei muito com meu ex-marido, mas... nada se compara às viagens que fiz com as minhas amigas! As duas coisas são boas, mas viajar com as amigas é muito diferente e inesquecível!"

Fiquei com isso na cabeça por muito, muito tempo!

Cinco meses depois, embarquei para o meu intercâmbio em Porto, Portugal, onde passaria um ano. Falei para minhas amigas que seria o máximo se desse para elas me visitarem durante esse tempo, mas você sabe, Portugal é longe, euro é caro... isso nem era bem uma possibilidade. Me conformei com isso, e esqueci. Até o dia em que a Fernanda, dando uma de desentendida, me perguntou: "em julho, faz calor ou frio em Portugal?". Como isso foi um post no meu mural do facebook, antes mesmo que eu respondesse, a Natasha foi e comentou "Como você não sabe que lá é sempre o oposto daqui?". Sem mais nem menos, pulando todas as cerimônias e investigações, a Fernanda revela que o motivo da pergunta era porque, julho, justamente, era o mês que ela pensava em me visitar! WHATTTTTT? Que jeito bom de começar a semana, pensei! Enquanto isso, a mesma Natasha se mudava para a Alemanha para fazer um intercâmbio, então também surgia uma possibilidade de ter mais uma amiga por perto. A cereja no topo do bolo foi quando uma terceira amiga, a Karina, deu a louca e decidiu que também ia me visitar na terrinha. IS THIS REAL LIFE? Quase não podia acreditar! A data que ficava melhor para todo mundo era no começo de julho, nas minhas últimas duas semanas de intercâmbio. Ou seja, p-e-r-f-e-i-t-o, já que eu já estaria de férias da faculdade e ainda poderia contar com as malas delas para trazer minha bugigangas de volta de Portugal! hahahaha

Elas chegaram em Porto, depois de três dias fomos para Dublin, na Irlanda. Passamos uns três dias na cidade, voltamos para o Porto, fomos para Lisboa num festival de música e, por fim, voltamos para o Porto para pegarmos o vôo de volta para o Brasil.

Algum tempo depois dessa viagem, que aconteceu em 2012, listo aqui algumas razões que me fazem acreditar que todo mundo deveria fazer uma viagem com as (os) melhores amigas (os)!


1 - Essas pessoas serão a ponte entre o mundo-perfeito-das-viagens e o mundo real


Uma das razões para as pessoas mais terem a famosa depressão pós-intercâmbio é porque quando elas voltam à realidade do dia a dia, ninguém do convívio diário sabe como era caminhar pela cidade onde ela morou, não entende as piadas que ela fez pelos últimos doze meses, não sabe quem foram seus amigos lá. E o problema é que também a maioria das pessoas não quer saber sobre isso. Claro que não é à toa que elas perguntam o famoso "como foi?". De fato, se preocupam e querem escutar um "nossa... foi demais!". Mas that's pretty much it. E eu entendo. 

Mas acontece que TUDO ao que você se refere faz parte do último ano da sua vida e é super chato que ninguém entenda do que você tá falando (e que você tenha que explicar tudo para todo mundo). A parte boa, é que quando você tem amigas que viajaram com você para o intercâmbio, ou te visitaram durante esse tempo, elas entendem do que esse universo se trata. E, assim como você, voltam para casa cheias de histórias para contar e SABEM quem é cada pessoa com quem você conviveu, os lugares onde cada história aconteceu e, possivelmente, são as únicas pessoas que irão entender o porquê de, por um tempo, nada parecer tão legal na sua vida - além, é claro, dos amigos que você fez durante essa viagem. 

Prova disso é essa foto: meu lugar preferido para beber em Porto, a Adega Leonor! Que saudades das noites aí! Fiquei amiga de todo mundo que trabalhava lá e, ainda bem que minhas amigas de Campinas conheceram esse lugar SENSACIONAL - que deixa todo mundo louco para voltar para o Porto...

Adega, Porto, Portugal
viagem com as amigas mochilão
Pessoal X lá atrás! hahah mais uma das histórias que ficam...
viagem com as amigas mochilão
Nossa primeira cerveja quando chegamos em Dublin, na Irlanda


























2- Eudaimonia 

2 - Eudaimonia


Sejamos francos: as pessoas fazem o lugar. Sempre é assim. De repente, estava nas últimas semanas do meu intercâmbio - que já tinha sido incrível, com minhas amigas da faculdade do Brasil, as amigas que tinha feito lá no Porto (e que eram de todo lado do Brasil), em um festival de música com bandas que eu absolutamente adorava, em Lisboa. Ufa! 

Entre uma cerveja e outra, parei e fiquei olhando o cenário todo: era a hora do pôr do sol, minhas amigas de Campinas estavam se dando super bem com as do intercâmbio e quem estava no palco àquela hora era Noah and the Whale, uma das bandas que eu mais gostava na época. What a feeling. 

Pensei: é isso, tá tudo aqui. 

Ainda mandei uma mensagem para o meu irmão falando que seria demais se ele também pudesse estar lá, porque, afinal de contas, era mesmo sensacional!

Na época eu não sabia, mas bastante tempo depois fui saber que o nome desse sentimento é "eudaimonia". Engraçado que eu não conhecia essa palavra, mas sabia muito bem qual era seu significado: a felicidade. Os gregos usavam essa nomenclatura para denominar os momentos que "se encerram em si mesmos, são fontes de prazer imediata". Ou seja, tudo aquilo que faz você pensar "eu não quero que esse momento acabe".

No meu caso, foi nesse momento que deu esse "click!", mas eu acho que a viagem como um todo seria equivalente a isso. E acho que muita gente pode se relacionar com isso também, afinal, quantas vezes escutamos alguém dizendo "não queria mais voltar, queria ficar lá para sempre..."?

Mumford And sons optimus alive
Mumford & Sons <3 no Optimus Alive

optimus alive













optimus alive






3 - Pessoas confiáveis vão te lembrar daquilo que você esqueceu sobre a noite passada


As pessoas vão te lembrar que você decidiu apostar corrida numa ladeira, depois de ter ido em duas festas, e aí você caiu, e por isso não consegue andar direito no dia seguinte. Mas isso é assunto para um oooutro post. 

Seis da manhã. Na frente da balada. Bem, a foto fala por ela mesma.

Villa Porto, portugal
Obs: acho que ninguém conseguia se lembrar de nada no dia seguinte...








4 - Você nunca se cansará de lembrar das histórias 

4 - Você passa a conhecer todas elas muito melhor 


Tem um ditado que diz que para conhecer alguém muito bem, principalmente antes de casar, o ideal é que você faça uma longa viagem com essa pessoa. Óbvio que não tem fórmula ideal para nada, mas viajando dá para ver, sobretudo, como as pessoas se saem (e você própria) em momentos de stress, mudanças de humor, cansaço, fome e até quando leva uma cuspida no meio da rua. Você também aprende sobre os hábitos das outras pessoas: que horas acordar, o que comem, o que não, começa a perceber pelo humor que a pessoa tá com fome e por aí vai. 

No caso dessa viagem, especificamente, foi bem engraçado: a Natasha tava numa de não beber, então ela sempre acordava mais cedo que a gente e fazia nosso café da manhã ( <33333 ); A Karina e a Fernanda (do jeito que ela contou aqui no post sobre Minnesota) não eram muito de comer, provar coisas diferentes. Então, eu e a Natasha sempre dividíamos os pratos e fazíamos a vez das descobertas gastronômicas; de noite, a Natasha e a Karina sempre tinham mais sono, então quem ficava para a balada, na maioria das vezes, era eu e a Fer... também por isso a gente tinha mais ressaca que o normal (acho). Eeeee por aí vai! 

viagem com as amigas mochilão

viagem com as amigas mochilão

5 - Ah, as fotos...


Viajar sozinho também é muito gostoso e tem seu mérito, mas é fato que é um outro tipo de viagem. Existem situações e situações e eu mesma gosto de poder fazer o roteiro que eu bem entender. Viajar com mais pessoas, mesmo que se trate de amigas, requer um esforço conjunto na hora de escolher onde comer, o que visitar, que horas ir dormir, que horas acordar... Complicações que não existem quando você decide viajar sozinha... Mas que graça tem uma viagem sem esse tipo de foto para ver depois? Falo do tipo de foto que só dai quando você está cercada por amigas (os) e gente que gosta demais.

viagem com as amigas mochilão

Dublin Irlanda

viagem com as amigas mochilão

viagem com as amigas mochilão

viagem com as amigas mochilão

viagem com as amigas mochilão

Porto caves de vinho
mochilão com as amigas
<3






zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzDepois dessa viagem, um dos objetivos da minha vida se tornou conseguir fazer uma viagem com as  amigas, no mínimo, uma vez por ano. Qual o seu, no quesito viagens??? 

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Dublin: Noite de calouros no International Bar e algo mais...

foto de Giuliana Ananias Wolf












Das muitas ambições que eu tenho nessa vida, uma delas sempre foi ir à Irlanda, então, já que eu tinha muito pouco tempo sobrando antes de voltar ao Brasil, decidí ir para lá junto com algumas amigas que estavam indo me visitar em Porto :)

A gente estava bem anciosa por essa viagem, e como já tinha conversado com um irlandês e pego algumas dicas, a gente meio que já sabia pelo que esperar. Em uma das noites livres que tivemos, fomos a um dos bares que ele nos havia indicado, o International Bar. Gente, que surpresa o lugar! Quando se vê de fora, parece só mais um pub de esquina, mas assim que entramos, vimos que não nenhuma mesa estava disponível, então, o cara do balcão disse que tinha mais espaço no piso subterrâneo. A gente foi, né, com aquela gritaria de brasileira em Dublin, imagina... SÓ QUE, lá embaixo todo mundo estava bem quietinho, e tinha uma pessoa num banquinho em cima de um palco improvisado. A gente conseguiu ficar no último sofazinho livre, que ficava bem do lado desse palco (e que na verdade deveria ser usado de apoio por quem fosse perform something). Bom, sentamos, pegamos bebida e um silêncio total, todo mundo prestando atenção e suuuper calado. Depois de uns 10 minutos, entendemos que aquilo era, na real, um show de talentos! A cada pouco um levantava e ia tocar, ou ler poema, ou fazer um monólogo... A gente se sentiu tipo em um American Idol, só que melhor, né! ahahha 

Bom, lá pelas tantas, o barman que tinha recebido a gente veio com uns papéis assim, tipo umas fichinhas, e disse que para quatro pessoas ficava por 5 euros. A cerveja já tava fazendo efeito, então o que pensamos é que aquilo era o ticket que a gente tinha que ter comprado pra ficar alí embaixo. Compramos. Meia hora depois, percebemos que era uma rifa!! Valia o cd da banda do barman, ou uma garrafa de vinho!
Já que tínhamos comprado 4 rifas, não foi such a surprise quando chamaram nosso número hehehe pena que só tinha sobrado a garrafa de Vinho Australiano...  

Aí, depois de algumas rodadas de talentos, um pessoal foi indo embora e pudemos sentar num sofá melhor. Não demorou muito, um novo pessoal sentou na mesa ao lado da nossa. Dois meninos e uma menina, da nossa idade também. Coisa de bar, começamos a conversar, eles eram todos de Dublin e nós, na ignorância, pensamos que eles tinham ido como nós, para assistir. Engano nosso... Depois de um tempinho, um deles foi lá e deixou todo mundo impressionado! Achei esse vídeo dele cantando a mesma música desse dia, pena que não é a versão acústica, como na hora, mas fica a dica! O nome do mocinho é Eli Kaldwell (@EliKaldwell).


Saindo de lá, comemos os tradicionais "Fish and Chips". Tá, concordo que a apresentação não tava lá aquelas coisas, mas deu pra comer...

foto de Giuliana Ananias Wolf
Fish and Chips: comida de bar boooooa :)


Agora vocês podem tá se perguntando do que se trata esse 'algo mais' que eu coloquei no título, né? Bom, acontece que na manháã seguinte, que coincidentemente era nossa última em Dublin, estávamos andando em uma das pontes para ir até a degustação de whisky Jameson, quando pensamos em parar em uma das pontes que separam o norte do sul da cidade. É TUDO VERDADE O QUE VEM A PARTIR DAQUI, juro!

Eu e as meninas estávamos na posição para tirar a foto, enquanto a última arrumava o timer da câmera. Não sei o porquê, nesse momento eu cantava "Mas o Amor Não Deixa", da Wanessa Camargo (???? não me julguem)... aí que uma mulher passava ao mesmo tempo alí por perto e começou a olhar de um jeito estranho, mas passou por nós e continuou andando. Quando começamos a gritar para a Natasha vir pra foto - ela tinha ficado arrumando o timer - essa mulher começou a voltar, andando bem rápido, se aproximou de nós, especialmente desta que vos escreve neste momento. SE APROXIMOU BASTANTE MESMO, TIPO QUASE ENCOSTANDO NO MEU NARIZ E CUSPIU NA MINHA CARA!!! E saiu, como se nada tivesse acontecido!!! Abaixo está a foto do cenário...


foto de Giuliana Ananias Wolf
Ponte onde a cuspida aconteceu...
























É, pois é, as vezes isso acontece. Há quem diga que foi por culpa da música que eu cantava, mas nunca saberemos. Alguém sabe se existe alguma coisa que possa explicar isso ou se a pessoa só era louca mesmo?

Bom, é isso, beijos!

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Sobre Alemãs, Gordons e The Dubliners

"- Posso te contar a história de como meus pais se conheceram? É ótima!  
- Claro...
- Então, meu pai tinha uns 22 anos e resolveu ir fazer um mochilão pela Alemanha... Saiu da Irlanda e foi lá viajar. Uma das coisas que ele fazia para se manter era tocar em bares, tipo voz e violão, sabe? Aí ele tocava sempre num mesmo bar, em uma cidade que ele ficou mais tempo. Minha mãe, uma linda, linda, linda loura, com os cabelos compridos viu ele um dia tocando aquela música Peggy Gordon. Sabe quando você tá com as suas amigas e aí vê um cara e vocês começam a se cutucar olhando pra ele? Então, ela e as amigas começaram, tipo "Ai, olha alí, o cara da 'Peggy Gordon'"... Troca de olhares vai, troca de olhares vêm, eles começaram a se falar. Meu pai, sim, ele é genial. Porque depois de disso, ele começou a conversar com ela, com a irmã e os amigos delas que estavam junto. Não me pergunte como, mas meu pai levou todo mundo de volta para a casa da minha mãe, onde ela ainda morava com os pais, meus avós. O melhor é que no meio disso tudo, ele conseguiu deixar minha avó bêbada. 
- Wow! 
- É, eu disse, ele é genial. Depois de um ano de namoro, eles se casaram, e depois de mais um ano, tiveram meu irmão. Eu fui acidente, nasci só oito anos mais tarde. E aí eles me colocaram o nome de Gordon, como a música, que foi a razão de eles terem se conhecido."


" - Can I tell you the story of how my parents met each other? It's a great one! 
- Sure... 
- So, my father was around 22 years old when he decided to become a backpacker around Germany... He left Ireland and started his trip. One of the things he would do to pay his travlling was to sing and play at some bars, like only his voice and the guitar, you know? So, when he stayed in a city for a bit longer than the usual, he started to play at this bar. My mother, a beautiful, beautiful blond girl, with a very long hair, one day happened to see him playing that song Peggy Gordon. You know when you have your frineds and you see some guy, and because of that you all start kind of pushing each other very softly? So, my mother and her friends started doing it, like "Oh look, the guy from 'Peggy Gordon'"... After some "exchanging glances", the two of them started to talk. My father, he's a genius. 'Cause after that, he was talking to her, to her sister and all the other friends together. Don't ask me how, but he managed to take everyone back to my mother's house, where she would still be living with my grandparents. In the middle of it, I don't know how, he got my grandmother drunk. 
- Wow! 
- Yeah, like I said, he's a genius. After dating for one year, they got married, and one after one more year, they had my brother. I was an accident, I was born only 8 years lates. And when it happened, they gave me the name "Gordon", because of the song that was the reason for them to meet."

*

Ontem, estava eu no Ryan's Irish Pub, aqui em Porto, quando o mais inesperado aconteceu: um irlandês veio falar comigo e com a minha mãe! Ele contou que veio pra cá passar uma semana para comemorar que a Irlanda, depois de 10 anos, voltou a participar de um grande campeonato - a Copa Europa, no caso :)

Aí, que em algum momento da noite ele resolveu contar essa história de como os pais dele se conheceram (coisas que só a cerveja explica), eu fiquei um pouco curiosa e fui procurar a respeito da música. Bom, a versão original é do grupo canadense The Corrs, lá de 1950. A música foi regravada e reinterpretada many, many times.

Yesterday, I was at Ryan's Irish Pub, here in Porto, when the most unexpected thing happened to me: an irish guy came talk to me and my mother! He told us he had came here to spend a week, celebrating that Ireland, after 10 years, was back playing in an important tournament - Euro Copa :) 

So, at some point of the conversation he decided to tell the story of how his parents met (things that only beer can explain), I was a bit curious about ir, so I decided to search about the song. Well, the original version belongs to the Canadian group The Corrs, from 1950. The song was recorded maaany times...



Não sei vocês, mas eu acho o máximo ver regravações, então fui procurar e uma dessas reinterpretações foi feita pelo grupo 'The Dubliners', obviamente irlandeses e de Dublin, lá da década de 60! A regravação tem aquele tom Irish mesmo, tão pra ouvir em um bar, sonhando com a Irlanda... Ah, segundo o last.fm, a música mais escutada desse grupo é a "Whiskey in The Jar" :) #euquero

I don't know about you, but I like a lot to listen to diferent versions of the same song, so I searched for the one made by "The Dubliners", of course, they're Irish, from Dublin and from the 60's decade! Their version have this Irish air, to listen while in a bar, dreaming about Ireland... Oh, according to last.fm, the most played song of the group is "Whisky in The Jar" :) 


Fuçando mais um pouco, ví que essa música está também em um filme recente, de 2005, "The Proposition", que foi escrito pelo músico Nick Cave... #todasbaixa.

Searching a bit more, I found that this song is also in a recent movie, from 2005, "The Proposition", written by the musician Nick Cave... 

foto de Giuliana Ananias Wolf
Meu bloquinho (sempre útil) com as dicas do Gordon sobre os melhores pubs de Dublin :)))






























"I put my head to a glass of brandy
It was my fancy I do declare
For when I'm drinking I'm always thinking
And wishing Peggy Gordon was here"

EEEEE =) essa foi a homenagem do Viagem Tipo Exportação ao dia dos namorados :))) Afinal, isso tudo aconteceu ontem mesmo, dia 12 de Junho!

Beijos, Giu! 


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